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    Acumulação

    Calculadora de juros compostos

    Capital inicial, aportes mensais e tempo. A diferença entre o número nominal e o poder de compra real é o que separa uma projeção honesta de uma promessa bonita — por isso os dois aparecem aqui.

    Parâmetros

    R$
    R$
    % a.a.
    % a.a.
    15 anos

    Montante final

    R$ 1.105.804

    Total investido

    R$ 410.000

    Juros ganhos

    R$ 695.804

    63% do patrimônio final

    Evolução ano a ano

    Em poder de compra de hoje

    R$ 571.392

    Com inflação de 4,5% ao ano, a taxa real do investimento é de 6,22% ao ano. É esse número — e não o nominal — que dita quanto o patrimônio compra lá na frente. Ver projeção com fase de resgates.

    Simulação educacional com taxa constante e aportes ao final de cada mês. Não considera imposto de renda, taxas de administração ou volatilidade — rentabilidade passada e projeções não são garantia de resultado futuro.

    Perguntas frequentes

    Juros compostos é a mecânica mais simples e mais mal compreendida das finanças pessoais. As perguntas abaixo cobrem o que muda o resultado de verdade.

    O montante final combina duas parcelas: o capital inicial capitalizado pelo período — VP × (1 + i)^n — e a série de aportes, calculada por PMT × [((1 + i)^n − 1) / i]. A taxa i é sempre mensal e n é o número de meses. É por isso que aumentar o prazo costuma pesar mais no resultado do que aumentar a taxa.

    Em juros compostos a conversão não é dividir por 12. A taxa mensal equivalente é (1 + taxa anual)^(1/12) − 1. Uma taxa de 12% ao ano equivale a aproximadamente 0,949% ao mês, não 1%. A calculadora faz essa conversão automaticamente.

    Porque a inflação corrói poder de compra. Se o investimento rende 12% e a inflação é de 4,5%, o ganho real não é 7,5% e sim (1,12 / 1,045) − 1 ≈ 7,18% ao ano. Em horizontes longos essa diferença é grande: sempre planeje objetivos de longo prazo em termos reais.

    Não. Ela mostra a acumulação bruta. Em renda fixa tributada, o IR incide sobre o rendimento no resgate (22,5% a 15% conforme o prazo); em ações, 15% sobre o ganho nas vendas acima de R$ 20 mil no mês; em fundos há semestral. Para uma leitura líquida de renda fixa, use o comparador x .

    A regra prática mais usada parte de uma retirada sustentável de 3,5% a 4% ao ano sobre o patrimônio: para uma renda de R$ 20 mil mensais, isso significa algo entre R$ 6 e R$ 7 milhões. Mas a taxa segura depende de longevidade, composição da carteira, tributação e da existência de outras rendas — a projeção patrimonial trata essa parte com mais cuidado.